Esclarecimento dos tradutores

Esclarecimento dos tradutores

Os tradutores de obras em línguas estrangeiras têm imensos privilégios e imensas responsabilidades.
Não lhes basta ir a um dicionário e transferir palavras de um texto para outro, obedecendo a formatismos dogmáticos. Lidam essencialmente com o espírito de idiomas diferentes,
caracterizados pela antiguidade da convivência dos povos que os utilizam, com hábitos específicos e subjectividades culturais diversas.

A linguagem usada pelos nossos filhos é diferente da nossa. E a dos nossos netos, pela velocidade do tempo, sofre ainda novas articulações.

Para traduzir esta como outras obras, lemos Kardec da forma o mais honestamente interessada e animados pelo ideal de a compreendermos em nosso próprio benefício e daqueles
que, como nós, a utilizam a língua portuguesa de Portugal no seu dia a dia.

Esta tradução, a partir da 1a edição francesa de Allan Kardec, publicada em 1865, respeita inteiramente o seu texto e a ordem dos seus respectivos parágrafos.

Tendo esta obra passado por adulterações graves que foram feitas por terceiros após o falecimento do seu legítimo autor, chamamos a atenção para importantes estudos recentes, de que temos dado notícia nos nossos sites na internet: https://palavraluz.com/ e https://espiritismocultura.com/

Maria da Conceição Brites
José da Costa Brites
2021

Índice

PREFÁCIO DOS TRADUTORES
PREFÁCIO

PRIMEIRA PARTE – DOUTRINA

CAPÍTULO I – O FUTURO E O NADA

CAPÍTULO II – DO MEDO DA MORTE
Causas do medo da morte
Por que razão os espíritas não receiam a morte

CAPÍTULO III – O CÉU

CAPÍTULO IV – O INFERNO
Intuição das penas futuras
O inferno cristão cópia do inferno pagão
Os limbos

CAPÍTULO V – do inferno pagão e do inferno cristão
1o) O inferno pagão
2o) O Inferno cristão

CAPÍTULO VI – O PURGATÓRIO

CAPÍTULO VII – DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS
Origem da doutrina das penas eternas
Argumentos dos que apoiam as penas eternas e sua refutação
A doutrina das penas eternas fez a sua época

CAPÍTULO VIII – AS PENAS FUTURAS SEGUNDO O ESPIRITISMO
Princípios da Doutrina Espírita sobre as penas futuras

CAPÍTULO IX – OS ANJOS
Os anjos segundo a Igreja Católica
Contestação desta teoria
Os Anjos segundo o Espiritismo

CAPÍTULO X – OS DEMÓNIOS
Origem da crença nos demónios
Os demónios segundo a Igreja Católica
Contestação destas teorias
Os demónios segundo o Espiritismo

CAPÍTULO XI – INTERVENÇÃO DOS DEMÓNIOS
Intervenção dos demónios nas manifestações recentes

CAPÍTULO XII – DA PROIBIÇÃO DE EVOCAR OS MORTOS

SEGUNDA PARTE – EXEMPLOS

CAPÍTULO I – A PASSAGEM

CAPÍTULO II – ESPÍRITOS FELIZES
O Senhor Sansão
I – Casa mortuária, 23 de Abril de 1862
II – Sociedade Espírita de Paris, 25 de Abril de 1862
III
A morte do justo
O Sr. Jobard
SAMUEL FILIPE
VAN DURST
SIXDENIERS
Dr. DEMEURE
A Senhora FOULON
UM MÉDICO RUSSO
BERNARDINO
PAULA, uma condessa
JEAN REYNAUD
ANTOINE COSTEAU
A MENINA EMMA
O Dr. VIGNAL
VICTOR LEBLUFE
SENHORA ANAÏS GOURDON
MAURICE GONTRAN

CAPÍTULO III – ESPÍRITOS DE UMA CONDIÇÃO MÉDIA
JOSEPH BRÉ
HÉLÈNE MICHEL
O MARQUÊS DE SAINT-PAUL
O Senhor CARDON, médico
ÉRIC STANISLAS
ANNA BELLEVILLE

CAPÍTULO IV – Espíritos sofredores
O castigo
NOVEL
AUGUSTE MICHEL
LAMENTOS DE UM “BON VIVANT“
LISBETH
Príncipe OURAN
PASCAL LAVIC
FERDINAND BERTIN
FRANÇOIS RIQUIER
CLAIRE

CAPÍTULO V – SUÍCIDAS
O suicida da Samaritana
O PAI E O RECRUTA
FRANÇOlS-SIMON LOUVET (du Havre)
Uma mãe e o seu filho
DUPLO SUICÍDIO POR AMOR E POR DEVER
LUÍS E A PESPONTADEIRA DE BOTAS
UM ATEU
M. FÉLICIEN
ANTOINE BELL

CAPÍTULO VI – Criminosos arrependidos
VERGER, assassino do arcebispo de Paris
LEMAIRE
BENOIST
UM ESPÍRITO CONDENADO
JACQUES LATOUR
I
II
III
IV

CAPÍTULO VII – ESPÍRITOS ENDURECIDOS
O CASTIGO PELA LUZ
I
II
III
ANGÈLE
UM ESPÍRITO ABORRECIDO
UMA EX-RAINHA DA INDIA
XUMÈNE

CAPÍTULO VIII – Expiações terrestres
MARCELO, o menino do n° 4
SZYMEL SLIZGOL
JULIENNE-MARIE, a mendiga
MAX, o mendigo
História de um criado
A pena de talião
O Senhor LETIL
Um sábio ambicioso
UM DÉBIL MENTAL
Instruções de um Espírito sobre os débeis mentais
ADÉLAÏDE-MARGUERITE GOSSE
CLARA RIVIER
Francisca VERNHES
ANNA BITTER
UM ESPIRITO CEGO